Próteses de Silicone para implantes de Mama e de Glúteo, Fita de Gel de Silicone e Extensor umbilical.
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
RECONSTRUÇÃO DE MAMA PÓS-MASTECTOMIA
O Senado aprovou nesta quarta-feira (12) um projeto de lei que autoriza cirurgia plástica no momento da intervenção para tratar câncer de mama, em caráter terminativo pela CAS (Comissão de Assuntos Sociais) e segue para análise da Câmara, se não houver recurso, para ser votado no plenário do Senado.
A ideia é agilizar a recuperação das pacientes, com seios mutilados em decorrência do câncer, tanto na área física quanto na psicológica.
Outro ponto positivo do projeto é que com esta determinação será evitado que a paciente seja submetida a uma segunda cirurgia. A plástica só não será realizada se houver contraindicação médica ou recusa da paciente.
De autoria da senadora Vanessa Grazziotin, o texto prevê que a cirurgia reparadora seja feita nas duas mamas, garantindo simetria e reconstrução de aréolas e mamilos. Segundo a senadora, o projeto está de acordo com procedimentos recomendados pela Sociedade Brasileira de Mastologia, que indica a imediata reconstrução da mama.
Segundo dados do Inca (Instituto Nacional do Câncer) e da Sociedade Brasileira de Mastologia, hoje cerca de 20 mil mulheres precisam fazer cirurgia de retirada das mamas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), algumas delas, há mais de cinco anos. Menos de 10% saem dos centros cirúrgicos com os seios reconstruídos.
terça-feira, 4 de setembro de 2012
Cirurgia para colocação de silicone
Cuidados devem
ser tomados desde a escolha do médico.
O Brasil é o segundo país no ranking mundial de cirurgias plásticas e vem sendo destaque na área da cirurgia plástica a nível mundial, sendo a criatividade, aliada ao alto padrão de formação técnico dos cirurgiões plásticos, um dos índices responsável pelo reconhecimento merecido. Atualmente, segundo pesquisa realizada pelo Ibope, são realizadas mais de 1,7 mil cirurgias plásticas por dia no Brasil. A cirurgia mais procurada é para implantes de mamas e, em segundo lugar, a lipoaspiração combinada com outras operações. A SBCP (Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica), desde 1948, vem promovendo e aprimorando o estudo da cirurgia plástica no Brasil. Hoje, a SBCP é composta por aproximadamente cinco mil cirurgiões plásticos, entre titulares, associados e aspirantes a membros. Para ingressar na SBCP, o interessado deve ser médico com especialização de dois anos em cirurgia geral, três anos de cirurgia plástica em serviço credenciado pela SBCP e/ou MEC e prestar prova escrita e oral, com aprovação. Apesar de tantos esforços e cuidados ainda é possível encontrar situações não regulamentadas e para minimizar isto, a SBCP disponibiliza em seu site os nomes e informações de contato de todos os seus membros, além de noticias sobre o mercado, assegurando um canal confiável para quem necessita de informações e busca por profissionais devidamente qualificados. Toda preocupação, antes da realização de qualquer tipo de cirurgia, deve ser levada em conta, para tanto estar sobre amparo de um profissional devidamente capacitado é imprescindível, segundo Dr. Renato Gallo, cirurgião plástico e membro associado da SBCP, em entrevista para o G1, afirmou que a escolha do cirurgião é uma das precauções mais importantes a serem levadas em conta. "Hoje, com a ferramenta da internet à disposição, é possível fazer uma ampla pesquisa sobre o cirurgião, sua formação e seu credenciamento. Conversar com outros pacientes que já foram tratados pelo médico em questão também é muito importante e sempre desconfiar de preços muito baixos. Já no pós-operatório, quando a escolha do médico foi bem feita e acertada, basta seguir as orientações dadas pelo cirurgião para não comprometer e até otimizar os resultados obtidos na cirurgia". Para o bom andamento de qualquer procedimento cirúrgico o mais importante é a boa comunicação entre o paciente e o profissional, de maneira que o médico possa sempre proporcionar o melhor ao paciente. Caso o paciente não esteja ainda confiante é sempre bom pegar uma segunda opinião com outro médico, desde que devidamente qualificado, pois existem riscos extremos em se submeter a uma cirurgia com profissionais não habilitados. |
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